Sites Grátis no Comunidades.net



Eletroportateis
CUPOM - 12% FVCZSXKDNV

Livros
20% em Livros CUPOM AE9F-6D67-E41F-14DA

 

 

Cupom com R$ 50,00 de desconto em desktops
KMBGTLAGWV

 

Webmaster,

Rentabilize o seu site com a Netaffiliation

 

 

Revista Contigo

 

Tênis Nike Air Dictate 2 MSL W
Por R$ 169,90
Multifuncional HP Deskjet Ink Advantage 3516, Wi-Fi, Imprime, Digitaliza e Copia - Jato de Tinta Térmica e-All-in-One
Por R$ 290,03



Total de visitas: 2046457
Garamicina
Garamicina

FORMAS FARMACÊUTICAS/APRESENTAÇÃO - GARAMICINA injetável

 

 

Uso ADULTO PARA ADMINISTRAÇÃO PARENTERAL

Cada ml de GARAMICINA Injetável 60mg contém 40mg de gentamicina base.Estojo com 2 ampolas de 1,5 ml.
Cada ml de GARAMICINA Injetável 80mg contém 40mg de gentamicina base. Estojo com 2 ampolas de 2 ml.
Cada ml de GARAMICINA Injetável 120 mg contém 80mg de gentamicina base. Estojo com 2 ampolas de 1,5 ml.
Cada ml de GARAMICINA Injetável 160mg contém 80mg de gentamicina base. Estojo com 1 ampola de 2 ml.
Cada ml de GARAMICINA Injetável 280mg contém 140mg de gentamicina base. Estojo com 1 ampola de 2 ml, mais 1 seringa esterilizada descartável de 2,5ml.

INFORMAÇÃO TÉCNICA - GARAMICINA injetável

 

 

A gentamicina é um antibiótico aminoglicosídeo bactericida descoberto pela Schering Corporation USA, que atua inibindo a síntese proteica bacteriana. É ativa contra uma ampla variedade de bactérias Gram-negativas e Gram-positivas, incluindo:  E.coli  ,  Proteus    sp.  , (indol negativo e indol positivo).  Pseudomonas    aeruginosa  , espécies do grupo  Klebsiella  - Enterobacter  - Serratia  ,  Citrobactersp.  ,  Providencia    sp.  ,  Staphylococcus    sp   (coagulase positivo, coagulase negativo, incluindo cepas resistentes à penicilina e meticilina) e  Neisseria    gonorrhoea  . A gentamicina também é ativa  in vitro   contra espécies de  Salmonella   e  Shigella  .
A associação de gentamicina e penicilina G tem um efeito bactericida sinérgico contra quase todas as cepas de  Streptococcus    faecalis  (s.faecalis, var.liquefaciems, zymogenes, s.faecium e s. durans).Tem sido demonstrado também  in vitro  , um maior efeito bactericida contra essas cepas, com associação de gentamicina e ampicilina, carbenicilina, nafcilina e oxacilina.
O efeito combinado da gentamicina e carbenicilina é sinérgico para muitas cepas de  Pseudomonas    aeruginosa . Tem sido demonstrado também o sinergismo  in vitro   contra outros microorganismos Gram- negativos com associações de gentamicina e cefalosporinas.
A gentamicina pode ser ativa contra cepas de bactérias resistentes a outros aminoglicosídeos. A resistência bacteriana à gentamicina se desenvolve lentamente.

Teste de sensibilidade  

Com o método descrito por Bauer, et al.(Am.J.Clin.Path.,45:493,1966) um disco de 10 mcg de gentamicina deve produzir uma zona de inibição de 13mm ou mais para indicar sensibilidade do microorganismo.  


INDICAÇÕES - GARAMICINA injetável

 

 

GARAMICINA Injetável é indicada para o tratamento de infecções causadas por uma ou mais cepas de bactérias sensíveis a este antibiótico.Os estudos clínicos têm demonstrado a eficácia de GARAMICINA Injetável em:Septicemiabacteremia (incluindo sepsis neonatal); Infecções graves do Sistema Nervoso Central (incluindomeningite); Infecções do rim e do aparelho geniturinário (incluindo a pelvis); Infecções respiratórias graves;Infecções gastrointestinais; Infecções da pele, ossos ou tecidos moles (incluindo queimaduras e feridas infectadas); Infecções intra-abdominais (incluindo peritonite) e Infecções oculares.
Na sepsis Gram-negativa presumida ou comprovada, GARAMICINA Injetável pode ser considerada como o antibiótico de eleição para o tratamento inicial. Na sepsis presumida, quando se desconhece o microorganismo infectante, deve-se administrar GARAMICINA em associação com um antibiótico tipo penicilina ou cefalosporina. Depois de identificado o microorganismo e sua sensibilidade, deve-se continuar o tratamento antibiótico apropriado, baseado também na resposta clínica do paciente e na tolerância ao medicamento.
Se há suspeita da presença de microorganismos anaeróbicos, deve-se associar a GARAMICINA Injetável um tratamento antimicrobiano adequado ou continuar-se o tratamento com outro antibiótico apropriado.
GARAMICINA Injetável tem sido utilizada eficazmente no tratamento de infecções muito graves causadas por  Pseudomonas    aeruginosa  , em associação com carbenicilina ou ticarcilina. Também tem-se mostrado eficaz quando usada em associação com um antibiótico tipo penicilina, no tratamento da endocardite causada por  Streptococcus   do grupo A. No recém-nascido com sepsis presumida ou pneumonia estafilocócica, tem-se indicado o uso concomitante da GARAMICINA Injetável com um antibiótico tipo penicilina.
No período pré-operatório, pode-se iniciar a administração de GARAMICINA Injetável antes da cirurgia e continuá-la no pós-operatório, para o tratamento de infecções presumidas ou confirmadas devidas a microorganismos susceptíveis.
A administração sub-conjuntival da GARAMICINA é recomendada para o tratamento da endoftalmite causada por cepas bacterianas sensíveis. Também utilizada, como profilático, em pacientes que irão se submeter a cirurgia intra-ocular principalmente se as culturas identificam germes gram-negativos (utilize as apresentações de 20mg/ml ou 40mg/ml).
GARAMICINA Injetável também pode ser administrada por injeção endotraqueal direta ou nebulização, como coadjuvante à terapia sistêmica no tratamento das infecções pulmonares graves (utilize as apresentações de 20mg/ml ou 40mg/ml).


CONTRA-INDICAÇÕES - GARAMICINA injetável

 

 

GARAMICINA Injetável está contra-indicada em pacientes que tenham uma história de hipersensibilidade ou que tenham experimentado reações tóxicas em tratamentos anteriores com gentamicina ou outros aminoglicosídeos. 


PRECAUÇÕES - GARAMICINA injetável

 

 

Os pacientes tratados com aminoglicosídeos deverão estar sob observação clínica, devido a possível toxicidade associada ao seu uso.Se recomenda vigilância das funções renal e do oitavo par craniano principalmente em pacientes com insuficiência renal prévia. Na urina deve-se pesquisar se há diminuição da gravidade específica, aumento da excreção de proteina ou presença de células ou cilindros. Os sinais de ototoxicidade (náuseas,vertigenstinnitus, zumbidos e diminuição da audição) ou de nefrotoxidade requerem modificação de dose ou suspensão do antibiótico.
Deve-se evitar o uso tópico concomitante e/ou sequencial de outros antibióticos potencialmente neurotóxicos e/ou nefrotóxicos tais como: cisplatina, cefaloridina, kanamicina, amicacina, neomicina, polimixina B, colistina, paromomicina, estreptomicina, tobramicina, vancomicina e viomicina. Também aumentam o risco de toxicidade a idade avançada e desidratação.
Os antibióticos neuro e nefrotóxicos podem ser absorvidos através da pele e irrigações tópicas. Deve-se avaliar o efeito tóxico potencial quando estes antibióticos são administrados concomitantemente.
Na disfunção renal pode haver maior risco de ototoxicidade, devido a vagarosa excreção de gentamicina, resultando no aumento da concentração no soro . Em tais pacientes, a frequência da administração deverá ser reduzida, ou as doses adaptadas às condições renais do paciente.
Em pacientes que tenham sido previamente tratados com drogas que afetam a função do oitavo par craniano, deverá ser usada com cautela e com conhecimento de que a toxicidade daqueles agentes pode ter ação cumulativa com a da gentamicina.
GARAMICINA não deve ser administrada em combinação com outras substâncias potencialmente ototóxicas ou nefrotóxicas.
O uso concomitante de GARAMICINA com potentes diuréticos como o ácido etacrínico ou furosemida, deve ser evitado, já que os diuréticos por si só podem provocar ototoxicidade. Em adição, quando administrados por via endovenosa, os diuréticos podem aumentar a toxicidade dos aminoglicosídeos, alterando sua concentração nosoro e tecidos.
Foram reportados bloqueio muscular e paralisia respiratória em animais que receberam altas doses de gentamicina. A possibilidade de ocorrerem tais fenômenos no homem deve ser considerada quando aminoglicosídeos são administrados a pacientes que receberam anestésicos, agentes bloqueadores neuromusculares, tais como succinilcolina, tubocurarina ou decametônio, ou transfusões volumosas de sanguecitratado. Se ocorrer bloqueio neuromuscular, este efeito é antagonizado pelos sais de cálcio.
Apesar de in vitro, a mistura de gentamicina e carbenicilina resultar em uma rápida e significante inativação da gentamicina, esta interação não ocorre em pacientes com função renal normal e que recebem ambas as drogas separadamente.
Nos pacientes com queimaduras extensas, alteração na farmacocinética podem dar lugar à diminuição das concentrações séricas dos aminoglicosídeos. Nestes pacientes tratados com gentamicina, deverão ser determinadas as concentrações séricas como base para o ajuste da dose.
Há relatos de alergia cruzada entre os aminoglicosídeos.
Os pacientes devem estar bem hidratados durante o tratamento.
Há relatos de casos de uma síndrome similar à síndrome de Fanconi, com acidose metabólica e aminoaciduria, em alguns adultos e lactentes tratados com gentamicina.
Há casos de aumento de nefrotoxicidade, após o uso concomitante dos aminoglicosídeos e certas cefalosporinas.
Antibióticos aminoglicosídeos devem ser usados com precaução em pacientes com distúrbios neuromusculares, como miastenia grave, doença de Parkinson ou botulismo infantil, uma vez que, teoricamente, estes agentes podem agravar a debilidade muscular devido a seus potentes efeitos do tipo curare sobre a junção neuromuscular.
Os pacientes idosos podem apresentar um certo grau de insuficiência renal verificada através dos exames laboratoriais de rotina. A observação da função renal durante tratamento com gentamicina, como com outros aminoglicosídeos, é particularmente importante nesses pacientes.
A associação in vitro de um aminoglicosídeo com antibióticos betalactâmicos (penicilinas ou cefalosporinas) pode ocasionar inativação mútua. Ao administrar-se o aminoglicosídeo e o composto penicilínico separado e através de vias distintas, há relatos de reduções nos níveis séricos e na meia-vida sérica do aminoglicosídeo em pacientes com insuficiência renal e em alguns com função renal normal. Geralmente, tal inativação do aminoglicosídeo é clinicamente significativa somente nos indivíduos com insuficiência renal grave.
O tratamento com gentamicina pode resultar na proliferação de germes não susceptíveis. Caso isto ocorra, iniciar o tratamento apropriado.
A quantidade de gentamicina administrada nas inalações pode variar de acordo com o tipo de equipamento utilizado e as condições sob as quais se opera. O emprego da via inalatória concomitante com a via sistêmica de um aminoglicosídeo, pode resultar em concentrações séricas mais altas, especialmente quando se emprega a via endotraqueal direta.
GARAMICINA Injetável contém bisulfito de sódio, um composto que pode causar reações alérgicas, inclusive anafiláticas, que ameacem a vida, ou crises de asma de menor gravidade.  


USO DURANTE A GRAVIDEZ E LACTAÇÃO - GARAMICINA injetável

 

 

Os antibióticos aminoglicosídeos atravessam a placenta e podem ocasionar dano fetal se administrados a mulheres grávidas.
Não está determinado se o sulfato de gentamicina pode causar dano ao feto ao ser administrado a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.
Devido a possibilidade de reações adversas graves em lactantes associadas à administração de aminoglicosídeos deve-se considerar a interrupção do aleitamento ou do tratamento, tendo em vista a importância do fármaco para o benefício da mãe.


REAÇÕES ADVERSAS - GARAMICINA injetável

 

 

Nefrotoxicidade   -  Os efeitos nefrotóxicos ocorrem com mais frequência nos pacientes com antecedentes deinsuficiência renal e nos pacientes tratados durante longos períodos ou com doses mais altas que as recomendadas.   Neurotoxicidade   - Efeitos adversos sobre o ramo vestibular e/ou auditivo do VIII par craniano têm sido reportados, principalmente em pacientes com alteração na função renal ou em pacientes que fazem uso de altas doses e/ou que se submetem a tratamentos prolongados e podem ser irreversíveis. Estes efeitos incluem tonteira, zumbido, sensação de ruido nos ouvidos e perda de audição, este último podendo ser irreversível, e inicia-se com diminuição de audição aos sons de alta tonalidade.
Também têm sido reportados casos de parestesiasespasmos musculares, convulsões e uma síndrome similar àmiastenia gravis.
Outros efeitos secundários possivelmente relacionados à gentamicina, incluem: depressão respiratória, confusão, depressão, distúrbios visuais, diminuição do apetite, perda de peso, hipotensão e hipertensão, erupçõescutâneaspruridourticáriaardor generalizado, edema laríngeo, reações anafiláticasfebrecefaléianáusea,vômito, aumento da salivação, estomatitepúrpura, pseudotumor cerebral, síndrome orgânica cerebral aguda,fibrose pulmonar, alopécia, dores articulares, hepatomegalia transitória e esplenomegalia.
As anormalidades nas provas de laboratório, possivelmente relacionadas com a gentamicina, incluem: elevação das transaminases séricas, aumento da desidrogenase láctica no soro (LDH) e da bilirrubina, diminuição do cálcio, magnésio, sódio e potássio séricos, anemialeucopenia, granulocitopenia, agranulocitose transitória, eosinofilia, aumento ou diminuição do número de reticulócitos e trombocitopenia. Apesar das anormalidades nas provas laboratoriais serem insignificantes, certos casos podem-se associar à sintomatologia clínica.
A tolerância local à GARAMICINA Injetável é excelente, tendo, no entanto, ocasionalmente, sido relatada dor no local da injeção.
Raramente, tem sido comunicado atrofia cutânea ou necrose sugestivas de irritação local.  


DOSAGEM E ADMINISTRAÇÃO - GARAMICINA injetável

 

 

GARAMICINA Injetável pode ser aplicada por via intramuscular, endovenosa, sub-conjuntival, sub-capsular (cápsula de Ténon), por nebulização ou instilação endotraqueal direta.
Antes do tratamento deve-se determinar o peso corporal do paciente para calcular a dose correta. A dose do aminoglicosídeo em pacientes obesos deverá basear-se na massa corporal magra estimada.
GARAMICINA Injetável não deve ser misturada com outros medicamentos,obedecendo a via de administração recomendada e o esquema de dosagem.
É aconselhável determinar as concentrações séricas de gentamicina, a fim de não ultrapassar as concentrações adequadas.
Deve-se evitar níveis séricos acima de 12 mcg/ml, justamente antes da próxima dose. Geralmente, a concentração máxima obtida com esta dose é de 4 a 6 mcg/ml. A determinação de uma concentração sérica adequada em um paciente deve ter em conta a sensibilidade do germe causal, a gravidade da infecção, e o estado imunológico do paciente. Normalmente, a duração do tratamento é de 7 a 10 dias.
Em infecções complicadas é recomendado tratamento mais prolongado. Nestes casos, uma monitoração das funções renal, auditiva e vestibular é recomendada uma vez que propiciam mais frequentemente o surgimento deefeitos colaterais, principalmente nos tratamentos acima de 10 dias.
Quando se empregam altas doses, estas devem ser reduzidas quando a evolução clínica assim o indicar.
Para pacientes com função renal normal e infecções graves, a dose indicada é de 3 mg/kg/dia, divididas em três (3) doses iguais a cada 8 horas ou em duas (2) doses iguais a cada 12 horas ou em uma dose única diária. Uma dose simplificada é de 80 mg 3 vezes ao dia ou 120 mg 2 vezes ao dia para pacientes com mais de 60 kg. Uma dose de 60 mg três vezes ao dia pode ser utilizada para pacientes com menos de 60 kg. Em patologias com risco de vida pode-se utilizar doses de até 5 mg/kg/dia, divididas em três doses iguais a cada 8 horas ou quatro doses iguais a cada 6 horas Esta dose deve ser reajustada para 3 mg/kh/dia tão logo a indicação clínica assim o indicar.
Para infecções menos graves, sistêmicas ou urinárias quando o germe é provavelmente muito sensível pode-se considerar a dose de 2 mg/kg/dia dividida em duas doses iguais a cada 12 horas ou em uma dose única diária. Esta dose deve ser reajustada para 3 mg/kg/dia caso não haja melhora rápida.
Nos pacientes com infecção sistêmica grave e insuficiência renal, é aconselhável a administração do antibiótico com mais frequência, mas em doses menores. Nestes indivíduos, deve-se determinar as concentrações séricas de gentamicina para obter concentrações adequadas, mas não excessivas. Após a dose inicial, pode-se fazer umcálculo aproximado para determinar a dose reduzida, que deverá ser administrada a intervalos de 8 horas, dividindo a dose normalmente redomendada pelo nível de creatinina no soro.
Pacientes com  insuficiência renal   devem ter modificação da dose de Garamicina. Sempre que possível deve-se determinar as concentrações séricas de gentamicina. A dose de gentamicina pode ser reajustada através do aumento de intervalo entre as doses usuais administradas.
O intervalo em horas pode ser estimado através da multiplicação da creatinina sérica (mg/100 ml) por 8.

           Guia para modificação da posologia na insuficiência renal   (modificação dos intervalos)
         
Peso  Corporal     Dose
 Mais de 60kg          80mg 
        
Clearance de      Creatina Serica
Creatinina  
         >70                             <1,4    
       35-70                         1,4-1,9
24-34                         2,0-2,8    
       16-23                         2,9-3,7    
10-15                         3,8-5,3    
         5-9                             5,4-7,2

Frequência de Administração
       Cada 8 horas
Cada 12 horas
Cada 18 horas
       Cada 24 horas
Cada 36 horas
       Cada 48 horas
          
            Em infecções sistêmicas graves e insuficiência renal pode-se administrar gentamicina com intervalos menores, mas com dose menor.
Após a dose inicial deve-se calcular a próxima dose através da divisão da dose habitualmente recomendada pelacreatinina sérica. Portanto um paciente com 60 kg e creatinina sérica de 2,0mg% deve receber 30mg a cada 8 horas (60mg / 2).

Guia para modificação da posologia na insuficiência renal   (modificação da dose).

 Creatinina       Clearance      Percentagem
serica            de creatinina  da dose usual
(mg%)

      
      <1,0                       <100    100
            1,1-1,3                 70-100    80
 1,4-1,6                   55-70    65
      1,7-1,9                45-55           55
 2,0-2,2                   40-45    50
2,3-2,5                   35-40    40
      2,6-3,0                30-35           35
3,1-3,5                25-30           30
3,6-4,0                20-25           25
4,1-5,1                25-20           20
5,2-6,6                10-15           15
      6,7-8,0                      <10    10
            
Nos pacientes com insuficiência renal submetidos a hemodiálise, a quantidade de gentamicina removida dosangue pode variar dependendo de vários fatores, inclusive o método de diálise empregado. Uma hemodiálise de 6 horas pode reduzir as concentrações séricas de gentamicina aproximadamente em 50%. A dosagem recomendada ao final de cada período de diálise é de 1 a 1,7mg/kg dependendo da gravidade da infecção. Em crianças, pode-se administrar uma dose de 2 a 2,5mg/kg. A eliminação de antibióticos aminoglicosídeos pode também realizar-se através de diálise peritoneal, mas em menor proporção que através de hemodiálise.

- ADMINISTRAÇÃO INTRAVENOSA  

A administração intravenosa é recomendada na septicemia, no choque e naquelas circunstâncias quando a via intramuscular não for praticável. Pode também ser a via de administração preferida para alguns pacientes cominsuficiência cardíaca congestiva, distúrbios hematológicos, queimaduras graves, ou os com massa muscular reduzida.

A dose recomendada e precauções para administração são idênticas àquelas recomendadas para uso intramuscular. Uma única dose de GARAMICINA poderá ser diluída em 50 a 200 ml de solução salina normal estéril ou solução de dextrose em água a 5%. A concentração de gentamicina na solução não deverá exceder a 1 mg/ml (0,1%). A solução deverá ser transfundida em um período de meia a duas horas. GARAMICINA também pode ser aplicada em diluição, diretamente na veia ou na borracha do equipo, lentamente, em um período de 2 a 3 minutos.
GARAMICINA Injetável não deverá ser pré-misturada com outras drogas, devendo ser administrada separadamente.

URETRITE GONOCÓCICA MASCULINA E FEMININA - GARAMICINA injetável

 

 

GARAMICINA em dose única intramuscular de 240 a 280mg tem sido eficaz no tratamento da uretrite gonocócica mesmo naquelas causadas por cepas resistentes à penicilina. Há disponível uma apresentação de GARAMICINA com 2 ml contendo 280mg do antibiótico. A administração deve ser em região glútea.

INFECÇÕES URINÁRIAS - GARAMICINA injetável

 

 

Em consequência às elevadas concentrações de gentamicina na urina, os pacientes com infecções urinárias, especialmente crônicas e recorrentes, e sem evidência de insuficiência renal, podem ser tratados com uma dose única diária de 160mg de gentamicina administrada por via intramuscular durante 7 a 10 dias. Para esta indicação há uma apresentação disponível de 1 ampola de 2 ml contendo 160mg. Para adultos que pesam menos de 50 kg, a dose única diária é de 3.0mg/kg de peso corporal.

SUPERDOSAGEM - GARAMICINA injetável

 

 

Em casos de superdosagem ou de reações tóxicas, a hemodiálise pode ajudar a retirar a gentamicina do sangue. Com a diálise peritoneal a proporção é consideravelmente menor à obtida por hemodiálise.
Em recém-nascidos deve-se considerar a possibilidade de realizar exanguinotransfusão. Estes procedimentos são de particular importância nos pacientes com insuficiência renal.

 

 

GARAMICINA injetável - Laboratório

 

Mantecorp 
Caixa Postal: 18388 - CEP: 04699-970 - São Paulo - SP 
Tel: 08000-117788 
Email: atendimento@mantecorp.com 
Site: http://www.mantecorp.com