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comprimido: cada comprimido contém 250 mg ou500 mg de estolato de eritromicina equivalente à eritromicina base. Excipiente/veículo q.s.p. 1 comprimido revestido. Suspensão: cada 5 ml (meio copo-medida) de suspensão contém 125 mg ou 250 mg de estolato de eritromicina equivalente à eritromicina base. Excipiente/veículo q.s.p. 5 ml.

Posologia e Administração - ERIFLOGIN

adultos: 250 mg a cada 6 horas. Os comprimidos deverão ser ingeridos inteiros com um pouco de água. Esta dose poderá ser aumentada a critério médico até 4 g ao dia ou mais, de acordo com a gravidade da infecção. Crianças: para determinação da dose adequada é necessário levar em consideração a idade, peso e gravidade da infecção. A dose normal varia de 30 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas. Pode-se dobrar a dose em infecções mais graves. Se for indicada a administração de 2 doses ao dia, seja em adultos ou crianças, a metade da dose total diária deverá ser dada a cada 12 horas. A administração 2 vezes ao dia não é recomendada quando doses maiores que 1 g diário são usadas. Infecções estreptocóccicas: 20 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas. Em infecções por estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, o tratamento deve durar no mínimo 10 dias. Para a profilaxia de infecções estreptocócicas em pacientes com histórico de doença reumática cardíaca, a dose é de 250 mg 2 vezes ao dia. Na profilaxia da endocardite bacteriana em pacientes portadores de doença cardíaca congênita ou adquirida, alérgicos à penicilina, ao serem submetidos a tratamento dentário ou intervenção cirúrgica no trato respiratório superior: o esquema terapêutico para adultos é de 1 g (20 mg/kg para crianças) por via oral 1 hora antes da cirurgia e 500 mg (10 mg/kg para crianças) via oral 6 horas após a intervenção cirúrgica. Coqueluche: a dose recomendada com base em estudos clínicos é de 40 a 50 mg/kg/dia, administrada em doses divididas por 5 a 14 dias. Sífilis primária: administrar um total de 20 g em doses divididas por 10 dias. Amebíase intestinal: adultos: 250 mg a cada 6 horas, por 10 a 14 dias. Crianças: 30 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas, por 10 a 14 dias. Doença dos legionários: a dose ótima não foi estabelecida, no entanto, nos estudos clínicos a dose recomendada é de 1 a 4 g ao dia em doses divididas. Infecções por C. trachomatis:conjuntivite do recém-nascido: 50 mg/kg/dia a cada 6 horas durante 14 dias ou mais. Pneumonia da infância: 50 mg/kg/dia a cada 6 horas por 21 dias ou mais. Infecções urogenitais durante a gravidez: a dose ótima ainda não foi estabelecida. Recomenda-se 500 mg a cada 6 horas, durante no mínimo 7 dias. Se este regime não for tolerado, administrar uma dose menor que 250 mg a cada 6 horas por 14 dias no mínimo. Infecções uretrais não complicadas, infecções endocervicais ou retais em adultos: se as tetraciclinas não forem indicadas ou não forem bem toleradas, administrar 500 mg de eritromicina a cada 6 horas, por 7 dias no mínimo. - Superdosagem: em caso de superdosagem oral com o estolato de eritromicina, os sintomas observados são náuseasvômitos,diarréia e dor epigástrica. A gravidade dos sintomas está relacionada à dose ingerida. Foi observada pancreatiteaguda leve e reversível. Pode ocorrer também perda de audição, com ou sem zumbido, e vertigem, principalmente em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Para o tratamento da superdosagem deve-se considerar a possibilidade de interação entre drogas, superdosagem de múltiplas drogas e a possibilidade de o paciente apresentar uma cinética incomum da droga. Se a dose ingerida for 5 vezes a dose única normal de eritromicina recomenda-se descontaminação gastrintestinal. Ingestão de doses inferiores não exigem este procedimento. Os cuidados com o paciente devem ser os seguintes: proteger as vias aéreas e manter a ventilação e perfusão. Monitorar cuidadosamente o paciente, mantendo dentro dos limites aceitáveis os sinais vitais, gases do sangue, eletrólitos do soro, etc. A administração de carvão ativado é eficaz para diminuir a absorção de drogas no trato gastrintestinal. Considerar o carvão ativado ao invés de/ou em adição ao esvaziamento gástrico. A administração de doses repetidas de carvão ativado podem acelerar a eliminação de drogas que já foram absorvidas. Outros métodos, como diurese forçada, diálise peritonealhemodiálise ou hemoperfusão com carvão ativado não foram estabelecidos como métodos benéficos para tratamento de superdosagem com estolato de eritromicina. 

Precauções - ERIFLOGIN

a eritromicina é excretada principalmente pelo fígado, devendo-se, portanto, administrar este produto cuidadosamente a pacientes com disfunção hepática. A eritromicina é mais ativa em meio alcalino do que em meio ácido ou neutro. Por este motivo, quando a eritromicina for prescrita para infecções urinárias, recomenda-se a administração de agentes alcalinizantes da urina, como bicarbonato de sódio. Devido à ausência de estudos adequados, a eritromicina só deve ser utilizada durante a gravidez quando absolutamente necessário. A eritromicina é excretada no leite materno; deve-se, portanto, administrar a droga com cuidado a mães que estejam amamentando. Interações com exames laboratoriais: a eritromicina interfere com a determinação fluorométrica das catecolaminas na urina e na determinação de transaminases (TGO) pelo método colorimétrico com difenilhidrasina ou violeta B. - Advertências: a administração do estolato de eritromicina, bem como de outras formas de eritromicina, tem sido associada a raros casos de hepatite colestática. Os testes laboratoriais demonstraram valores anormais da função hepática, eosinofilia e leucocitose. Tem-se observado disfunçãohepática com ou sem icterícia, acompanhadas de mal-estar, náuseasvômitoscólicas abdominal e febre. Em alguns casos, uma dor abdominal intensa poderá simular a dor de cólica biliar, pancreatiteúlcera perfurada ou um problema de abdômen agudo cirúrgico. Se isto ocorrer, deve-se descontinuar a droga imediatamente. Estessintomas podem aparecer nos primeiros dias de tratamento, embora na maioria dos casos só apareçam após 1 ou 2 semanas de tratamento. Pacientes sensíveis poderão manifestar novamente tais reações 48 horas após a readministração da droga. Esta síndrome parece resultar de uma forma de sensibilização e ocorre principalmente em adultos. Tem sido reversível com a interrupção da medicação. Com o uso de estolato de eritromicina e outros antibióticos de amplo espectro tem sido relatados casos de colite pseudomembranosa, de leve a gravíssima. Caso o paciente apresente diarréia após a administração da droga, é importante levar em consideração estediagnóstico. Casos leves de colite pseudomembranosas usualmente respondem com a interrupção do tratamento; nos casos moderados a graves, medidas apropriadas devem ser tomadas. Interações medicamentosas: o metabolismo da terfenadina é alterado significativamente pela eritromicina. A administração conjunta das duas drogas é contra-indicada. Foram observados raros casos de reações cardiovasculares graves, incluindo parada cardíaca, inversão de pontos no ECG, outras arritmias ventriculares e morte. A probenecida inibe a reabsorção tubular e prolonga a manutenção dos níveis plasmáticos da eritromicina. O tratamento com lincomicina ou clindamicina deve ser evitado em infecções causadas por microorganismos resistentes à eritromicina. A administração de Eriflogin e xantinas, incluindo a teofilina, pode causar aumento dos níveis séricos e da toxicidade das xantinas. Neste caso, a dose de xantina deve ser reduzida. Há relatos de aumento dos níveis séricos de digoxina quando da administração concomitante de digoxina e eritromicina. A eritromicina pode aumentar o efeito de anticoagulantes orais, podendo este efeito ser mais pronunciado em idosos. Alguns casos de toxicidade aguda do ergot (caracterizada por vasoespasmo periférico grave e disestesia) foram relacionados ao tratamento concomitante de eritromicina com ergotamina e dihidroergotamina. O clearance do triazolam e midazolam pode ser diminuído pela eritromicina, podendo aumentar os efeitos farmacológicos destes benzodiazepínicos. Pode haver elevação dos níveis séricos de drogas metabolizadas pelo sistema citocromo P450 quando administradas em conjunto com eritromicina. Foi relatada elevação da concentração sérica das seguintes drogas quando utilizadas com eritromicina: alfentanil, bromocriptina, carbamazepina, ciclosporina, disospiramida, fenitoína, hexobarbital e lovastatina.

Reações adversas - ERIFLOGIN

as reações adversas mais freqüentes relacionadas à eritromicina são gastrintestinais, como cólicas abdominais e mal-estar. Náuseasvômitos e diarréia são raros. Os sintomas de colite pseudomembranosa podem ter início durante ou após o tratamento antibiótico. Nas terapêuticas prolongadas, pode ocorrer superinfecção por fungos ou bactérias resistentes. Nestes casos, deve-se suspender a droga e instituir terapêutica adequada. Podem também ocorrer reações alérgicas leves, como urticária e outras erupções cutâneas. Foram relatadas reações alérgicas graves, incluindo anafilaxia. Há relatos isolados da ocorrência de perda de audição e/ou zumbido em pacientes tratados com eritromicina. O efeito ototóxico é geralmente reversível com a interrupção do tratamento. Em casos raros, quando da administração intravenosa da eritromicina, o efeito ototóxico foi irreversível. O efeito ototóxico ocorre principalmente em pacientes com insuficiência renal ou hepática e em pacientes recebendo altas doses de eritromicina. A eritromicina foi associada com raros casos de arritmia ventricular, incluindo taquicardiaventricular Torsade des Pointes, em indivíduos com intervalos QT prolongados. 

Contra-Indicações - ERIFLOGIN

hipersensibilidade à eritromicina. Doença hepática preexistente. A administração conjunta com terfenadina é contra-indicada.

Indicações - ERIFLOGIN

infecções causadas por microorganismos sensíveis à eritromicina. O tratamento deve sempre ser orientado pela resposta clínica do paciente e por estudos bacteriológicos (antibiogramas). 

Apresentação - ERIFLOGIN

caixa com 20 comprimidos revestidos de 250 mg e caixa com 12 e 48 comprimidos revestidos de 500 mg. Suspensão 125 mg e 250 mg em frasco com 100 ml com copo-medida.

 

 

 

ERIFLOGIN - Laboratório

 

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Rua Urussui, 92 cj 101 an 10 
São Paulo/SP 
Tel: (11)3168 0718 
Fax: (11) 3168 4940

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comprimido: cada comprimido contém 250 mg ou500 mg de estolato de eritromicina equivalente à eritromicina base. Excipiente/veículo q.s.p. 1 comprimido revestido. Suspensão: cada 5 ml (meio copo-medida) de suspensão contém 125 mg ou 250 mg de estolato de eritromicina equivalente à eritromicina base. Excipiente/veículo q.s.p. 5 ml.

Posologia e Administração - ERIFLOGIN

adultos: 250 mg a cada 6 horas. Os comprimidos deverão ser ingeridos inteiros com um pouco de água. Esta dose poderá ser aumentada a critério médico até 4 g ao dia ou mais, de acordo com a gravidade da infecção. Crianças: para determinação da dose adequada é necessário levar em consideração a idade, peso e gravidade da infecção. A dose normal varia de 30 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas. Pode-se dobrar a dose em infecções mais graves. Se for indicada a administração de 2 doses ao dia, seja em adultos ou crianças, a metade da dose total diária deverá ser dada a cada 12 horas. A administração 2 vezes ao dia não é recomendada quando doses maiores que 1 g diário são usadas. Infecções estreptocóccicas: 20 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas. Em infecções por estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, o tratamento deve durar no mínimo 10 dias. Para a profilaxia de infecções estreptocócicas em pacientes com histórico de doença reumática cardíaca, a dose é de 250 mg 2 vezes ao dia. Na profilaxia da endocardite bacteriana em pacientes portadores de doença cardíaca congênita ou adquirida, alérgicos à penicilina, ao serem submetidos a tratamento dentário ou intervenção cirúrgica no trato respiratório superior: o esquema terapêutico para adultos é de 1 g (20 mg/kg para crianças) por via oral 1 hora antes da cirurgia e 500 mg (10 mg/kg para crianças) via oral 6 horas após a intervenção cirúrgica. Coqueluche: a dose recomendada com base em estudos clínicos é de 40 a 50 mg/kg/dia, administrada em doses divididas por 5 a 14 dias. Sífilis primária: administrar um total de 20 g em doses divididas por 10 dias. Amebíase intestinal: adultos: 250 mg a cada 6 horas, por 10 a 14 dias. Crianças: 30 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas, por 10 a 14 dias. Doença dos legionários: a dose ótima não foi estabelecida, no entanto, nos estudos clínicos a dose recomendada é de 1 a 4 g ao dia em doses divididas. Infecções por C. trachomatis:conjuntivite do recém-nascido: 50 mg/kg/dia a cada 6 horas durante 14 dias ou mais. Pneumonia da infância: 50 mg/kg/dia a cada 6 horas por 21 dias ou mais. Infecções urogenitais durante a gravidez: a dose ótima ainda não foi estabelecida. Recomenda-se 500 mg a cada 6 horas, durante no mínimo 7 dias. Se este regime não for tolerado, administrar uma dose menor que 250 mg a cada 6 horas por 14 dias no mínimo. Infecções uretrais não complicadas, infecções endocervicais ou retais em adultos: se as tetraciclinas não forem indicadas ou não forem bem toleradas, administrar 500 mg de eritromicina a cada 6 horas, por 7 dias no mínimo. - Superdosagem: em caso de superdosagem oral com o estolato de eritromicina, os sintomas observados são náuseasvômitos,diarréia e dor epigástrica. A gravidade dos sintomas está relacionada à dose ingerida. Foi observada pancreatiteaguda leve e reversível. Pode ocorrer também perda de audição, com ou sem zumbido, e vertigem, principalmente em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Para o tratamento da superdosagem deve-se considerar a possibilidade de interação entre drogas, superdosagem de múltiplas drogas e a possibilidade de o paciente apresentar uma cinética incomum da droga. Se a dose ingerida for 5 vezes a dose única normal de eritromicina recomenda-se descontaminação gastrintestinal. Ingestão de doses inferiores não exigem este procedimento. Os cuidados com o paciente devem ser os seguintes: proteger as vias aéreas e manter a ventilação e perfusão. Monitorar cuidadosamente o paciente, mantendo dentro dos limites aceitáveis os sinais vitais, gases do sangue, eletrólitos do soro, etc. A administração de carvão ativado é eficaz para diminuir a absorção de drogas no trato gastrintestinal. Considerar o carvão ativado ao invés de/ou em adição ao esvaziamento gástrico. A administração de doses repetidas de carvão ativado podem acelerar a eliminação de drogas que já foram absorvidas. Outros métodos, como diurese forçada, diálise peritonealhemodiálise ou hemoperfusão com carvão ativado não foram estabelecidos como métodos benéficos para tratamento de superdosagem com estolato de eritromicina. 

Precauções - ERIFLOGIN

a eritromicina é excretada principalmente pelo fígado, devendo-se, portanto, administrar este produto cuidadosamente a pacientes com disfunção hepática. A eritromicina é mais ativa em meio alcalino do que em meio ácido ou neutro. Por este motivo, quando a eritromicina for prescrita para infecções urinárias, recomenda-se a administração de agentes alcalinizantes da urina, como bicarbonato de sódio. Devido à ausência de estudos adequados, a eritromicina só deve ser utilizada durante a gravidez quando absolutamente necessário. A eritromicina é excretada no leite materno; deve-se, portanto, administrar a droga com cuidado a mães que estejam amamentando. Interações com exames laboratoriais: a eritromicina interfere com a determinação fluorométrica das catecolaminas na urina e na determinação de transaminases (TGO) pelo método colorimétrico com difenilhidrasina ou violeta B. - Advertências: a administração do estolato de eritromicina, bem como de outras formas de eritromicina, tem sido associada a raros casos de hepatite colestática. Os testes laboratoriais demonstraram valores anormais da função hepática, eosinofilia e leucocitose. Tem-se observado disfunçãohepática com ou sem icterícia, acompanhadas de mal-estar, náuseasvômitoscólicas abdominal e febre. Em alguns casos, uma dor abdominal intensa poderá simular a dor de cólica biliar, pancreatiteúlcera perfurada ou um problema de abdômen agudo cirúrgico. Se isto ocorrer, deve-se descontinuar a droga imediatamente. Estessintomas podem aparecer nos primeiros dias de tratamento, embora na maioria dos casos só apareçam após 1 ou 2 semanas de tratamento. Pacientes sensíveis poderão manifestar novamente tais reações 48 horas após a readministração da droga. Esta síndrome parece resultar de uma forma de sensibilização e ocorre principalmente em adultos. Tem sido reversível com a interrupção da medicação. Com o uso de estolato de eritromicina e outros antibióticos de amplo espectro tem sido relatados casos de colite pseudomembranosa, de leve a gravíssima. Caso o paciente apresente diarréia após a administração da droga, é importante levar em consideração estediagnóstico. Casos leves de colite pseudomembranosas usualmente respondem com a interrupção do tratamento; nos casos moderados a graves, medidas apropriadas devem ser tomadas. Interações medicamentosas: o metabolismo da terfenadina é alterado significativamente pela eritromicina. A administração conjunta das duas drogas é contra-indicada. Foram observados raros casos de reações cardiovasculares graves, incluindo parada cardíaca, inversão de pontos no ECG, outras arritmias ventriculares e morte. A probenecida inibe a reabsorção tubular e prolonga a manutenção dos níveis plasmáticos da eritromicina. O tratamento com lincomicina ou clindamicina deve ser evitado em infecções causadas por microorganismos resistentes à eritromicina. A administração de Eriflogin e xantinas, incluindo a teofilina, pode causar aumento dos níveis séricos e da toxicidade das xantinas. Neste caso, a dose de xantina deve ser reduzida. Há relatos de aumento dos níveis séricos de digoxina quando da administração concomitante de digoxina e eritromicina. A eritromicina pode aumentar o efeito de anticoagulantes orais, podendo este efeito ser mais pronunciado em idosos. Alguns casos de toxicidade aguda do ergot (caracterizada por vasoespasmo periférico grave e disestesia) foram relacionados ao tratamento concomitante de eritromicina com ergotamina e dihidroergotamina. O clearance do triazolam e midazolam pode ser diminuído pela eritromicina, podendo aumentar os efeitos farmacológicos destes benzodiazepínicos. Pode haver elevação dos níveis séricos de drogas metabolizadas pelo sistema citocromo P450 quando administradas em conjunto com eritromicina. Foi relatada elevação da concentração sérica das seguintes drogas quando utilizadas com eritromicina: alfentanil, bromocriptina, carbamazepina, ciclosporina, disospiramida, fenitoína, hexobarbital e lovastatina.

Reações adversas - ERIFLOGIN

as reações adversas mais freqüentes relacionadas à eritromicina são gastrintestinais, como cólicas abdominais e mal-estar. Náuseasvômitos e diarréia são raros. Os sintomas de colite pseudomembranosa podem ter início durante ou após o tratamento antibiótico. Nas terapêuticas prolongadas, pode ocorrer superinfecção por fungos ou bactérias resistentes. Nestes casos, deve-se suspender a droga e instituir terapêutica adequada. Podem também ocorrer reações alérgicas leves, como urticária e outras erupções cutâneas. Foram relatadas reações alérgicas graves, incluindo anafilaxia. Há relatos isolados da ocorrência de perda de audição e/ou zumbido em pacientes tratados com eritromicina. O efeito ototóxico é geralmente reversível com a interrupção do tratamento. Em casos raros, quando da administração intravenosa da eritromicina, o efeito ototóxico foi irreversível. O efeito ototóxico ocorre principalmente em pacientes com insuficiência renal ou hepática e em pacientes recebendo altas doses de eritromicina. A eritromicina foi associada com raros casos de arritmia ventricular, incluindo taquicardiaventricular Torsade des Pointes, em indivíduos com intervalos QT prolongados. 

Contra-Indicações - ERIFLOGIN

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infecções causadas por microorganismos sensíveis à eritromicina. O tratamento deve sempre ser orientado pela resposta clínica do paciente e por estudos bacteriológicos (antibiogramas). 

Apresentação - ERIFLOGIN

caixa com 20 comprimidos revestidos de 250 mg e caixa com 12 e 48 comprimidos revestidos de 500 mg. Suspensão 125 mg e 250 mg em frasco com 100 ml com copo-medida.

 

 

 

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comprimido: cada comprimido contém 250 mg ou500 mg de estolato de eritromicina equivalente à eritromicina base. Excipiente/veículo q.s.p. 1 comprimido revestido. Suspensão: cada 5 ml (meio copo-medida) de suspensão contém 125 mg ou 250 mg de estolato de eritromicina equivalente à eritromicina base. Excipiente/veículo q.s.p. 5 ml.

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adultos: 250 mg a cada 6 horas. Os comprimidos deverão ser ingeridos inteiros com um pouco de água. Esta dose poderá ser aumentada a critério médico até 4 g ao dia ou mais, de acordo com a gravidade da infecção. Crianças: para determinação da dose adequada é necessário levar em consideração a idade, peso e gravidade da infecção. A dose normal varia de 30 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas. Pode-se dobrar a dose em infecções mais graves. Se for indicada a administração de 2 doses ao dia, seja em adultos ou crianças, a metade da dose total diária deverá ser dada a cada 12 horas. A administração 2 vezes ao dia não é recomendada quando doses maiores que 1 g diário são usadas. Infecções estreptocóccicas: 20 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas. Em infecções por estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, o tratamento deve durar no mínimo 10 dias. Para a profilaxia de infecções estreptocócicas em pacientes com histórico de doença reumática cardíaca, a dose é de 250 mg 2 vezes ao dia. Na profilaxia da endocardite bacteriana em pacientes portadores de doença cardíaca congênita ou adquirida, alérgicos à penicilina, ao serem submetidos a tratamento dentário ou intervenção cirúrgica no trato respiratório superior: o esquema terapêutico para adultos é de 1 g (20 mg/kg para crianças) por via oral 1 hora antes da cirurgia e 500 mg (10 mg/kg para crianças) via oral 6 horas após a intervenção cirúrgica. Coqueluche: a dose recomendada com base em estudos clínicos é de 40 a 50 mg/kg/dia, administrada em doses divididas por 5 a 14 dias. Sífilis primária: administrar um total de 20 g em doses divididas por 10 dias. Amebíase intestinal: adultos: 250 mg a cada 6 horas, por 10 a 14 dias. Crianças: 30 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas, por 10 a 14 dias. Doença dos legionários: a dose ótima não foi estabelecida, no entanto, nos estudos clínicos a dose recomendada é de 1 a 4 g ao dia em doses divididas. Infecções por C. trachomatis:conjuntivite do recém-nascido: 50 mg/kg/dia a cada 6 horas durante 14 dias ou mais. Pneumonia da infância: 50 mg/kg/dia a cada 6 horas por 21 dias ou mais. Infecções urogenitais durante a gravidez: a dose ótima ainda não foi estabelecida. Recomenda-se 500 mg a cada 6 horas, durante no mínimo 7 dias. Se este regime não for tolerado, administrar uma dose menor que 250 mg a cada 6 horas por 14 dias no mínimo. Infecções uretrais não complicadas, infecções endocervicais ou retais em adultos: se as tetraciclinas não forem indicadas ou não forem bem toleradas, administrar 500 mg de eritromicina a cada 6 horas, por 7 dias no mínimo. - Superdosagem: em caso de superdosagem oral com o estolato de eritromicina, os sintomas observados são náuseasvômitos,diarréia e dor epigástrica. A gravidade dos sintomas está relacionada à dose ingerida. Foi observada pancreatiteaguda leve e reversível. Pode ocorrer também perda de audição, com ou sem zumbido, e vertigem, principalmente em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Para o tratamento da superdosagem deve-se considerar a possibilidade de interação entre drogas, superdosagem de múltiplas drogas e a possibilidade de o paciente apresentar uma cinética incomum da droga. Se a dose ingerida for 5 vezes a dose única normal de eritromicina recomenda-se descontaminação gastrintestinal. Ingestão de doses inferiores não exigem este procedimento. Os cuidados com o paciente devem ser os seguintes: proteger as vias aéreas e manter a ventilação e perfusão. Monitorar cuidadosamente o paciente, mantendo dentro dos limites aceitáveis os sinais vitais, gases do sangue, eletrólitos do soro, etc. A administração de carvão ativado é eficaz para diminuir a absorção de drogas no trato gastrintestinal. Considerar o carvão ativado ao invés de/ou em adição ao esvaziamento gástrico. A administração de doses repetidas de carvão ativado podem acelerar a eliminação de drogas que já foram absorvidas. Outros métodos, como diurese forçada, diálise peritonealhemodiálise ou hemoperfusão com carvão ativado não foram estabelecidos como métodos benéficos para tratamento de superdosagem com estolato de eritromicina. 

Precauções - ERIFLOGIN

a eritromicina é excretada principalmente pelo fígado, devendo-se, portanto, administrar este produto cuidadosamente a pacientes com disfunção hepática. A eritromicina é mais ativa em meio alcalino do que em meio ácido ou neutro. Por este motivo, quando a eritromicina for prescrita para infecções urinárias, recomenda-se a administração de agentes alcalinizantes da urina, como bicarbonato de sódio. Devido à ausência de estudos adequados, a eritromicina só deve ser utilizada durante a gravidez quando absolutamente necessário. A eritromicina é excretada no leite materno; deve-se, portanto, administrar a droga com cuidado a mães que estejam amamentando. Interações com exames laboratoriais: a eritromicina interfere com a determinação fluorométrica das catecolaminas na urina e na determinação de transaminases (TGO) pelo método colorimétrico com difenilhidrasina ou violeta B. - Advertências: a administração do estolato de eritromicina, bem como de outras formas de eritromicina, tem sido associada a raros casos de hepatite colestática. Os testes laboratoriais demonstraram valores anormais da função hepática, eosinofilia e leucocitose. Tem-se observado disfunçãohepática com ou sem icterícia, acompanhadas de mal-estar, náuseasvômitoscólicas abdominal e febre. Em alguns casos, uma dor abdominal intensa poderá simular a dor de cólica biliar, pancreatiteúlcera perfurada ou um problema de abdômen agudo cirúrgico. Se isto ocorrer, deve-se descontinuar a droga imediatamente. Estessintomas podem aparecer nos primeiros dias de tratamento, embora na maioria dos casos só apareçam após 1 ou 2 semanas de tratamento. Pacientes sensíveis poderão manifestar novamente tais reações 48 horas após a readministração da droga. Esta síndrome parece resultar de uma forma de sensibilização e ocorre principalmente em adultos. Tem sido reversível com a interrupção da medicação. Com o uso de estolato de eritromicina e outros antibióticos de amplo espectro tem sido relatados casos de colite pseudomembranosa, de leve a gravíssima. Caso o paciente apresente diarréia após a administração da droga, é importante levar em consideração estediagnóstico. Casos leves de colite pseudomembranosas usualmente respondem com a interrupção do tratamento; nos casos moderados a graves, medidas apropriadas devem ser tomadas. Interações medicamentosas: o metabolismo da terfenadina é alterado significativamente pela eritromicina. A administração conjunta das duas drogas é contra-indicada. Foram observados raros casos de reações cardiovasculares graves, incluindo parada cardíaca, inversão de pontos no ECG, outras arritmias ventriculares e morte. A probenecida inibe a reabsorção tubular e prolonga a manutenção dos níveis plasmáticos da eritromicina. O tratamento com lincomicina ou clindamicina deve ser evitado em infecções causadas por microorganismos resistentes à eritromicina. A administração de Eriflogin e xantinas, incluindo a teofilina, pode causar aumento dos níveis séricos e da toxicidade das xantinas. Neste caso, a dose de xantina deve ser reduzida. Há relatos de aumento dos níveis séricos de digoxina quando da administração concomitante de digoxina e eritromicina. A eritromicina pode aumentar o efeito de anticoagulantes orais, podendo este efeito ser mais pronunciado em idosos. Alguns casos de toxicidade aguda do ergot (caracterizada por vasoespasmo periférico grave e disestesia) foram relacionados ao tratamento concomitante de eritromicina com ergotamina e dihidroergotamina. O clearance do triazolam e midazolam pode ser diminuído pela eritromicina, podendo aumentar os efeitos farmacológicos destes benzodiazepínicos. Pode haver elevação dos níveis séricos de drogas metabolizadas pelo sistema citocromo P450 quando administradas em conjunto com eritromicina. Foi relatada elevação da concentração sérica das seguintes drogas quando utilizadas com eritromicina: alfentanil, bromocriptina, carbamazepina, ciclosporina, disospiramida, fenitoína, hexobarbital e lovastatina.

Reações adversas - ERIFLOGIN

as reações adversas mais freqüentes relacionadas à eritromicina são gastrintestinais, como cólicas abdominais e mal-estar. Náuseasvômitos e diarréia são raros. Os sintomas de colite pseudomembranosa podem ter início durante ou após o tratamento antibiótico. Nas terapêuticas prolongadas, pode ocorrer superinfecção por fungos ou bactérias resistentes. Nestes casos, deve-se suspender a droga e instituir terapêutica adequada. Podem também ocorrer reações alérgicas leves, como urticária e outras erupções cutâneas. Foram relatadas reações alérgicas graves, incluindo anafilaxia. Há relatos isolados da ocorrência de perda de audição e/ou zumbido em pacientes tratados com eritromicina. O efeito ototóxico é geralmente reversível com a interrupção do tratamento. Em casos raros, quando da administração intravenosa da eritromicina, o efeito ototóxico foi irreversível. O efeito ototóxico ocorre principalmente em pacientes com insuficiência renal ou hepática e em pacientes recebendo altas doses de eritromicina. A eritromicina foi associada com raros casos de arritmia ventricular, incluindo taquicardiaventricular Torsade des Pointes, em indivíduos com intervalos QT prolongados. 

Contra-Indicações - ERIFLOGIN

hipersensibilidade à eritromicina. Doença hepática preexistente. A administração conjunta com terfenadina é contra-indicada.

Indicações - ERIFLOGIN

infecções causadas por microorganismos sensíveis à eritromicina. O tratamento deve sempre ser orientado pela resposta clínica do paciente e por estudos bacteriológicos (antibiogramas). 

Apresentação - ERIFLOGIN

caixa com 20 comprimidos revestidos de 250 mg e caixa com 12 e 48 comprimidos revestidos de 500 mg. Suspensão 125 mg e 250 mg em frasco com 100 ml com copo-medida.

 

 

 

ERIFLOGIN - Laboratório

 

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