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Roxetin
Roxetin

ROXETIN
cloridrato de paroxetina

FORMA FARMACÊUTICA - ROXETIN

Comprimido revestido.

APRESENTAÇÕES - ROXETIN

Embalagem contendo 10, 20 e 30 comprimidos de 20 mg.Embalagem contendo 10 e 20 comprimidos de 30 mg.
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO - ROXETIN

Cada comprimido de 20 mg contém:
Cloridrato de paroxetina .................... 22,8 mg
(equivalente a 20 mg de paroxetina) 
Excipiente q.s.p. .................... 1 comp.
(Excipientes: Fosfato de cálcio dibásico, glicolato sódico de amido, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, opadry white, polietilenoglicol 6000)
Cada comprimido de 30 mg contém:
Cloridrato de paroxetina .................... 34,2 mg
(equivalente a 30 mg de paroxetina) 
Excipiente q.s.p. .................... 1 comp.
(Excipientes: Fosfato de cálcio dibásico, glicolato sódico de amido, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, opadry marrom, polietilenoglicol 6000)

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - ROXETIN

Roxetin (cloridrato de paroxetina) é um antidepressivo eficaz no tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo, da Doença do Pânico e da Fobia Social.Conservar o produto em temperatura ambiente entre 15 e 30°C, protegido da umidade.
O prazo de validade do produto é de 36 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não utilize medicamento com o prazo de validade vencido.
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Em caso de gravidez durante ou logo após o tratamento com Roxetin (cloridrato de paroxetina), suspender a medicação e comunicar imediatamente ao seu médico. O cloridrato de paroxetina não deve ser usado durante a gravidez.
Informe seu médico se está amamentando. Roxetin (cloridrato de paroxetina) não é recomendado a mulheres que estão amamentando.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A interrupção abrupta pode ocasionar o aparecimento de reações adversas, tais como: vertigem, ansiedade, agitação, tremor, náusea, dentre outras.
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis tais como sonolência, náusea, secura na boca, fraqueza, insônia, suor abundante, tremor, vertigemconstipaçãodiarréiavômito e apetite reduzido.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Roxetin (cloridrato de paroxetina).
O produto é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo ou a qualquer um dos componentes da fórmula.
Não é recomendado o uso de Roxetin (cloridrato de paroxetina) em crianças, porque a segurança e a eficácia do cloridrato de paroxetina ainda não foram estabelecidas nesta população. 
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. 
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

INFORMAÇÃO TÉCNICA - ROXETIN

Propriedades farmacodinâmicas
Roxetin contém como princípio ativo um derivado fenilpiperidínico, o cloridrato de paroxetina, que corresponde quimicamente ao cloridrato de (-)-trans-4-(4'-fluorofenil)-3-(3',4'-metilenodioxifenoximetil)-piperidina, um potente e seletivo inibidor de recaptação de 5-HT, serotonina (5-hidroxitriptamina).
Acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia no tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e da Doença do Pânico esteja relacionada a sua inibição específica da recaptação de serotonina pelosneurônios cerebrais.
O cloridrato de paroxetina não é relacionado, quimicamente, aos antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos e a outros antidepressivos disponíveis.
Os principais metabólitos do cloridrato de paroxetina são polares e conjugados por oxidação e metilação, sendo rapidamente metabolizados.
Considerando-se a sua falta relativa de atividade farmacológica, é muito pouco provável que eles contribuam com os efeitos terapêuticos do cloridrato de paroxetina.
Propriedades farmacocinéticas
O cloridrato de paroxetina é bem absorvido, após administração oral.
O cloridrato de paroxetina sofre metabolismo de primeira passagem.
O cloridrato de paroxetina é extensivamente distribuído nos tecidos, com apenas 1% permanecendo no plasma. Sua ligação às proteínas é alta (cerca de 95%, em concentrações terapeuticamente relevantes).
A meia-vida de eliminação é, em geral, de cerca de 24 horas.
O estado de equilíbrio dos níveis sistêmicos é atingido em 7-14 dias após o início do tratamento e a farmacocinética parece não se alterar durante tratamentos prolongados.
A excreção de uma dose de solução oral 30 mg ocorre por via urinária (aproximadamente 64%) e pelas fezes (aproximadamente 36%), sendo principalmente como metabólitos.
O tratamento prolongado com cloridrato de paroxetina tem demonstrado que a eficácia antidepressiva é mantida por períodos de pelo menos um ano.
Em estudos controlados por placebo, a eficácia do cloridrato de paroxetina no tratamento da Doença do Pânico tem se mantido por pelo menos um ano.
Em indivíduos com insuficiência renal/hepática ocorre aumento das concentrações plasmáticas de paroxetina; neste grupo de pacientes a dose inicial deve ser reduzida.

INDICAÇÕES - ROXETIN

Roxetin (cloridrato de paroxetina) é indicado para o tratamento da depressão, incluindo as formas graves e as acompanhadas por ansiedade.Roxetin (cloridrato de paroxetina) é indicado, também, para o tratamento dossintomas do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); para o tratamento dos sintomas da Doença do Pânico, com ou sem agorafobia; e, ainda, para o tratamento da Fobia Social.

CONTRA-INDICAÇÕES - ROXETIN

Roxetin (cloridrato de paroxetina) é contra-indicado para pacientes com conhecida hipersensibilidade ao cloridrato de paroxetina ou a qualquer componente do produto. Roxetin (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado concomitantemente com inibidores da monoaminoxidase (MAO) (ver ADVERTÊNCIAS).

ADVERTÊNCIAS - ROXETIN

Roxetin (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou dentro de 2 semanas após o término do tratamento com este tipo de substância; portanto o tratamento deve ser iniciado com cautela e a dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ótima seja atingida.Os inibidores da MAO não devem ser administrados durante 2 semanas após o término do tratamento com Roxetin (cloridrato de paroxetina).
Em pacientes que receberam inibidores da recaptação de serotonina em combinação com inibidores da monoaminoxidase (MAO), foram registradas reações graves, as vezes fatais, incluindo hipertermia, rigidez, mioclono, instabilidade autonômica com possível flutuação rápida dos sinais vitais e alterações do estado mental, que incluem agitação extrema progredindo para o delírio e coma.

PRECAUÇÕES - ROXETIN

História de mania
Da mesma forma que com os outros antidepressivos, Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem história de mania.
Anticoagulantes orais
Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser administrado com muita cautela para pacientes recebendoanticoagulantes orais (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
Problemas cardíacos
Da mesma forma que com todas as drogas psicoativas, recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com problemas cardíacos.
Epilepsia
Da mesma forma que com outros antidepressivos, Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia.
Convulsões
Em geral, a incidência de convulsões é < 0,1% em pacientes tratados com Roxetin (cloridrato de paroxetina). A droga deve ser descontinuada em qualquer paciente que apresente convulsão.
Glaucoma
Assim como outros SSRIs, Roxetin (cloridrato de paroxetina) raramente causou midríase e deve ser usado com cautela em pacientes com glaucoma de ângulo agudo.
ECT
Há pouca experiência clínica em relação à administração concomitante de Roxetin (cloridrato de paroxetina) a pacientes sob ECT. No entanto, houve relatos de convulsões induzidas por ECT prolongado e/ou convulsões secundárias em pacientes tratados com SSRIs.
Neurolépticos
Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes já recebendo neurolépticos, porquesintomas sugestivos de Síndrome Maligna Neuroléptica foram relatados com esta combinação.
Agravamento da depressão, idéias suicidas e a possibilidade de suicídio são inerentes a pacientes sofrendo de doença depressiva. Conseqüentemente, os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento, até que ocorra remissão significativa.
Triptofano
Uma vez que foram relatadas experiências adversas quando triptofano foi administrado com outro inibidor seletivo de recaptação da serotonina (SSRI), Roxetin (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com medicação à base de triptofano (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
Hiponatremia
Parece que a hiponatremia é reversível quando Roxetin (cloridrato de paroxetina) é descontinuado. A maioria das ocorrências tem sido em indivíduos idosos; alguns pacientes usando diuréticos ou com volume depletado.
Sangramento anormal
Há vários relatos de sangramento anormal (principal, ecmose e púrpura) associados ao tratamento com paroxetina, incluindo um relato de agregação plaquetária alterada.
Suicídio
A possibilidade de tentativa de suicídio é inerente na depressão e pode persistir até que remissão significante ocorra. Uma supervisão mais próxima dos pacientes de alto risco deve acompanhar a terapia inicial da droga. As prescrições de Roxetin (cloridrato de paroxetina) devem ser feitas para a menor quantidade de comprimidos junto com boa monitorização do paciente, a fim de reduzir os riscos de superdosagem.
Capacidade de dirigir/operar máquinas
Experiências clínicas têm demonstrado que a terapia com Roxetin (cloridrato de paroxetina) não está associada à deterioração das funções cognitiva e psicomotora. Contudo, como com todas as drogas psicoativas, os pacientes devem ser advertidos quanto a sua capacidade de dirigir veículos motorizados ou operar máquinas.
Gravidez e lactação
Embora os estudos em animais não tenham demonstrado quaisquer efeitos teratogênico ou embriotóxico seletivo, a segurança de Roxetin (cloridrato de paroxetina) na gravidez humana ainda não foi estabelecida; portanto, Roxetin (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado durante a gravidez ou em mulheres que estejam amamentando, a não ser que, na opinião do médico, os benefícios potenciais justifiquem os possíveis riscos.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - ROXETIN

Alimentos/antiácidosA absorção e a farmacocinética de cloridrato de paroxetina não são afetadas por alimentos ou antiácidos.
IMAOs/triptofano/outros SSRIs
A co-administração com drogas serotonérgicas (p. ex.: IMAOs, triptofano, outros SSRIs) pode levar a uma altaincidência de efeitos associados à serotonina. Os sintomas podem incluir agitação, confusão, diaforese,alucinações, hiper-reflexia, mioclonia, calafriostaquicardia e tremor.
Indutores/inibidores do metabolismo enzimático
metabolismo e a farmacocinética do cloridrato de paroxetina podem ser afetados por drogas que induzem ou inibem o metabolismo enzimático da droga. Quando cloridrato de paroxetina é co-administrado com uma droga inibidora do metabolismo, o uso da dose mínima deve ser considerado.
Nenhum ajuste inicial na dosagem do cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando a droga é co-administrada com drogas indutoras do metabolismo enzimático. Qualquer ajuste subseqüente de dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos (tolerância e eficácia).
Álcool: Embora o cloridrato de paroxetina não aumente a deterioração da habilidade mental e motora causada pelo álcool, o uso concomitante de álcool e cloridrato de paroxetina não é aconselhado.
Haloperidol/amilobarbitona/oxazepam
Experiências em um número limitado de indivíduos sadios têm demonstrado que cloridrato de paroxetina não aumenta a sedação e a sonolência associadas ao haloperidol, amilobarbitona ou oxazepam quando administrados em combinação.
Lítio
Estudos em pacientes deprimidos estabilizados não demonstraram nenhuma interação farmacocinética entre cloridrato de paroxetina e lítio. No entanto, uma vez que a experiência é limitada, a administração concomitante de cloridrato de paroxetina e lítio deve ser feita com cautela e os níveis de lítio devem ser monitorados.
Fenitoína/anticonvulsivantes
A co-administração de cloridrato de paroxetina e fenitoína é associada a diminuição da concentração plasmática do cloridrato de paroxetina e aumento das reações adversas. Nenhum ajuste inicial na dosagem de cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando estas drogas são co-administradas; qualquer ajuste posterior da dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos. A co-administração de cloridrato de paroxetina com outros anticonvulsivantes também pode ser associada a um aumento da incidência de reações adversas.
Varfarina/anticoagulantes orais
Dados preliminares sugerem que pode haver uma interação farmacodinâmica entre o cloridrato de paroxetina e Varfarina que pode resultar em alteração do tempo de protrombina e em um aumento de sangramento. O cloridrato de paroxetina, portanto, deve ser administrado com grande cautela a pacientes recebendoanticoagulantes orais.
Antidepressivos tricíclicos
O uso concomitante de cloridrato de paroxetina com antidepressivos tricíclicos deve ser considerado com cautela.
A paroxetina pode inibir o metabolismo dos antidepressivos tricíclicos. As concentrações plasmáticas dos antidepressivos tricíclicos devem ser monitoradas, bem como pode ser necessário reduzir sua dose quando houver co-administração com cloridrato de paroxetina.
Prociclidina
O cloridrato de paroxetina pode aumentar significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina. A dose de prociclidina deve ser reduzida se efeitos anticolinérgicos forem observados.
Assim como outros antidepressivos, incluindo outros SSRIs, a paroxetina inibe a isoenzima hepática específica do citocromo P-450 responsável pelo metabolismo da debrisoquina e esparteina. Isto pode levar a uma elevação do nível plasmático daquelas drogas co-administradas que são metabolizadas por essa enzima, embora a significância clínica desta observação não tenha sido estabelecida. As drogas metabolizadas por esta enzimaincluem certos antidepressivos tricíclicos (p. ex.: nortriptilina, amitriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos fenotiazínicos (p. ex.: perfenazina e tioridazina), e antiarrítmicos Tipo 1c (p. ex.: propafenona e flecainida).
Digoxina
Desde que há pouca experiência clínica, a co-administração de paroxetina e digoxina deve ser feita com cautela.
Teofilina
O uso de teofilina associado com cloridrato de paroxetina pode acarretar níveis plasmáticos de teofilina elevados. Recomenda-se, portanto, que os níveis de teofilina sejam monitorados quando estas drogas forem administradas em conjunto.
Drogas altamente ligadas às proteínas plasmáticas
A administração de paroxetina a pacientes tomando outra droga altamente ligada à proteína pode causar aumento das concentrações livres da outra droga, resultando em reações adversas potenciais. Reversamente, as reações adversas podem resultar do deslocamento da paroxetina pelas outras drogas altamente ligadas.

REAÇÕES ADVERSAS - ROXETIN

Em pesquisas clínicas controladas as reações adversas mais comumente observadas e associadas ao uso de cloridrato de paroxetina e não observadas em uma incidência equivalente entre os pacientes tratados complacebo foram náusea, sonolência, sudorese, tremor, astenia, boca seca, insônia, disfunção sexual (incluindoimpotência e distúrbios de ejaculação), vertigemconstipaçãovômitodiarréia e apetite diminuído. A maioria destas reações adversas pode diminuir em intensidade e freqüência com a continuação do tratamento e, em geral, não causam a interrupção do tratamento.
Além disso, durante o uso clínico de cloridrato de paroxetina ocorreram relatos de outros sintomas, tais como:
SISTEMA NERVOSOAlucinações, hipomania e agitação foram relatadas, além da síndrome serotonérgica, como para outros SSRIs, confusão também foi relatada. Reações extrapiramidais foram raramente relatadas incluindo distonia orofacial. Algumas vezes estas ocorreram em pacientes com desordens latentes de movimento que estavam usando medicação neuroléptica. Houve raros relatos de convulsões. Também foi relatada raramentesíndrome maligna neuroléptica (geralmente em pacientes recebendo medicação neuroléptica concomitante ou recentemente descontinuada).
SISTEMA DIGESTIVO: Houve relatos de vômito. Foi relatada elevação das enzimas pancreáticas. Foram relatadas, raramente, sérias anormalidades do fígado. A descontinuação de Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser considerada se houver elevação prolongada dos resultados dos testes da função hepática
PELE E ANEXOS: Houve raros relatos de erupção cutânea (incluindo urticária acompanhada de prurido ouangioedema) e reações de fotossensibilidade.
METABÓLITOS/ENDÓCRINOS: Foi relatada raramente hiponatremia, predominantemente em idosos e pode ser associada à Síndrome de Secreção Inapropriada de Hormônio Antidiurético (SIADH). A hiponatremia geralmente reverte com a descontinuação de Roxetin (cloridrato de paroxetina). Houve raros relatos de sintoma sugestivos de hiperprolactinemia/galactorréia.
CARDIOVASCULARES: Assim como outros SSRIs, foram relatadas alterações transitórias na pressão sanguínea, geralmente em pacientes com hipertensão pré-existente ou ansiedade. Taquicardia foi relatada raramente. Foram relatados freqüentemente sintomas sugestivos de hipotensão postural em pacientes com outros fatores de risco.
HEMATOLÓGICOS: Houve relatos de sangramento anormal (principalmente equimose e púrpura).Trombocitopenia foi relatada raramente.
OUTROS: Houve raros relatos de glaucoma agudoretenção urinária e edema periférico. É menos provável que o uso de Roxetin (cloridrato de paroxetina) esteja associado a boca seca, constipação e sonolência do que o uso dos antidepressivos tricíclicos.
Sintomas incluindo vertigem, distúrbio sensorial (p. ex.: parestesia), ansiedade, distúrbios do sono (incluindo sonhos anormais), agitação, tremor, náuseasudorese, e confusão foram relatados após descontinuação abrupta do tratamento. Eles são geralmente autolimitados e o tratamento sintomático raramente é necessário. Nenhum grupo em particular de pacientes pareceu estar em um risco maior de apresentar estes sintomas; portanto, recomenda-se que quando o tratamento antidepressivo não for mais necessário, a descontinuação gradual por redução de dosagem ou administração em dias alternados seja considerada.

POSOLOGIA - ROXETIN

Adultos:Depressão
A dose recomendada é de 20 mg ao dia.
Em alguns pacientes pode ser necessário aumentar a dose. Isto deve ser feito gradativamente, em aumentos de 10 mg até 50 mg/dia de acordo com a resposta do paciente.
Transtorno Obsessivo Compulsivo
A dose recomendada é de 40 mg ao dia.
O tratamento deve ser iniciado com 20 mg ao dia e a dose pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg.
Alguns pacientes se beneficiam pelo aumento da dosagem até no máximo de 60 mg/dia.
Doença do Pânico
A dose recomendada é de 40 mg ao dia.
O tratamento deve ser iniciado com 10 mg ao dia e a dose deve ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg de acordo com a resposta do paciente.
Alguns pacientes podem se beneficiar pelo aumento da dosagem até o máximo de 50 mg/dia.
Uma dose inicial baixa é recomendada para minimizar a piora potencial da sintomatologia do pânico que, conforme se reconhece, geralmente ocorre no início do tratamento da Doença do Pânico.
Fobia Social
A dose recomendada é de 20 mg ao dia.
Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até no máximo de 50 mg/dia. As alterações de dosagem devem ocorrer em intervalos de pelo menos 1 semana.
Recomenda-se que Roxetin (cloridrato de paroxetina) seja administrado em dose única diária, pela manhã, juntamente com a alimentação. Os comprimidos devem ser deglutidos inteiros, sem mastigar. 
Da mesma forma que com todas as drogas antidepressivas, a posologia deve ser avaliada e ajustada, se necessário, dentro de 2 a 3 semanas após o início do tratamento e conforme considerado clinicamente apropriado.
Em geral, recomenda-se que os pacientes sejam tratados por um período suficiente para garantir que estejam livres dos sintomas. Este período pode ser de vários meses para o tratamento da depressão podendo ser mais longo para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo e da Doença do Pânico.
Da mesma forma que para muitos medicamentos psicoativos, é recomendável que o tratamento seja descontinuado gradativamente.
Crianças:
O uso de Roxetin (cloridrato de paroxetina) não é recomendado em crianças porque a segurança e eficácia do cloridrato de paroxetina ainda não foram estabelecidas nesta população.
Pacientes idosos:
Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina.
A posologia deve ser iniciada com 20 mg ao dia e pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg até o máximo de 40 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.
Insuficiência renal/hepática:
Em pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 30 ml/min) ou insuficiência hepática grave ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. A posologia recomendada é de 20 mg ao dia. Aumentos de dosagem, se necessário, deverão ser restritos à dosagem mínima da faixa permitida.
Abuso e Dependência
Até o momento, não existem relatos que evidenciem que o cloridrato de paroxetina seja uma droga capaz de causar abuso ou dependência. No entanto, não deve ser esquecido que todas as drogas que atuam no sistema nervoso central, estimulando-o ou inibindo-o, podem potencialmente estar relacionadas como causa de dependência. 
O paciente com depressão ou história de abuso ou dependência por alguma droga deve estar sob observação médica contínua.

SUPERDOSAGEM - ROXETIN

Uma ampla margem de segurança é evidente a partir dos dados disponíveis. Casos de superdosagem foram relatados em pacientes que administraram até 2000 mg de paroxetina pura ou em combinação com outras drogas, incluindo álcool. As experiências de superdosagem com cloridrato de paroxetina demonstraram os seguintes sintomasnáuseavômito, tremor, pupila dilatada, boca seca, irritabilidade, sudorese e sonolência mas não coma ou convulsão.
Não se conhece um antídoto específico. O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem com qualquer antidepressivo. A rápida administração de carvão ativado pode retardar a absorção do cloridrato de paroxetina.

PACIENTES IDOSOS - ROXETIN

Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. Entretanto, em estudos realizados, não foram incluídos pacientes geriátricos e problemas relacionados a estes pacientes.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: Vide Cartucho/Blister.
MS N.º 1.0298.0298
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18
CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira-SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

 

ROXETIN - Laboratório

 

CRISTALIA 
Escritório central - Unidade II: Av. Paoletti, 363 - Nova Itapira 
Itapira/SP - CEP: 13970-000 
Tel: (19) 3863-9500 
Fax: (19) 3863-9500 
Site: http://www.2cristalia.com.br/fale_conosco.php 
Escritório comercial
Av. Corifeu de Azevedo Marques, 1847 - Butantã 
São Paulo /SP 
CEP: 05581-001 
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CEP: 13970-000
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